
O uso disseminado de sistemas informatizados integrados por meio de redes é um fator determinante da Sociedade da Informação. Este universo de conteúdos e continentes digitais está sujeito a várias ameaças que comprometem seriamente a segurança do complexo usuário-sistema-informação.
A tecnologia da informação é capaz de apresentar parte da solução a este problema, mas não é capaz de resolvê-lo integralmente. As políticas de segurança da informação (SI) devem contemplar o adequado equilíbrio dos aspectos humanos e técnicos da segurança da informação, em contraposição aos modelos de políticas atuais, extremamente voltadas às questões tecnológicas.
A área de segurança de informação é muito abrangente. Ela pode incluir desde segurança de acesso físico das pessoas a certos lugares que devem ser protegidos por abrigar sistemas de acesso restrito, até a segurança dos bits que transitam entre máquinas ligadas à Internet.
Com o passar dos tempos anda cada vez mais complicado manter em segurança as informações referentes a empresas ou pessoas. Um simples descuido neste setor pode levar a prejuízos inigualáveis.
“Segurança da informação, esta relacionada com proteção de um conjunto de dados, no sentido de preservar o valor que possuem para um indivíduo ou uma organização. ( Wikipédia)”
As principais propriedades que ajudam nas analises da política de segurança de informação são confidencialidade, integridade e disponibilidade. Quanto mais se aprofunda em transações eletrônicas outras propriedades são acrescentadas de acordo com a necessidade como, legitimidade e autenticidade.
Confidencialidade – Limita o acesso às informações, permitindo que somente as entidades autorizadas tenham o acesso as informações .
Integridade – Garante que as informações manipuladas não sofram nenhuma alteração, assim mantendo suas características.
Disponibilidade – Garante que as informações estejam disponíveis para os usuários autorizados a ter acesso a tais informações


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